A Todas As Mulheres
€15,00 EUR

De mulheres para mulheres e não só, um disco contra a violência e o preconceitoBy women, for women and beyond: an album against violence and prejudice
«Como reacção a casos de violência e assédio, a fadista Silvana Peres concebeu um disco só com letras de mulheres, assumindo um lugar de combate a todos os tipos de violência, assédio e preconceito.»“In response to cases of violence and harassment, fado singer Silvana Peres conceived an album with lyrics written only by women, taking a stand against every kind of violence, harassment and prejudice.”
Álbuns e MerchAlbums and Merch
€15,00 EUR
€15,00 EUR
€15,00 EUR
€ 25,00 EUR
€ 25,00 EUR
€ 25,00 EUR
€ 20,00 EUR
€ 20,00 EUR
€ 15,00 EUR
EsgotadoSold out
Para encomendar, escreva paraTo order, write to silvanaperesbooking@gmail.com
Próximos concertosUpcoming concerts
Intérprete, compositora e produtoraSinger, composer and producer

Fotografia: Photo: Cláudia Batalhão
Nascida em Lisboa, no dia 21 de abril de 1987, mas desde sempre residente em Cascais, Silvana Peres começou a ligar-se ao fado aos catorze anos. Inicia a sua carreira profissional, aos vinte e um anos, como fadista residente de algumas das mais prestigiadas casas de fado de Lisboa, como a Casa de Linhares, a Parreirinha de Alfama, entre outras.Born in Lisbon on 21 April 1987, but a lifelong resident of Cascais, Silvana Peres was drawn to fado at the age of fourteen. She began her professional career at twenty-one as a resident fado singer in some of Lisbon’s most prestigious fado houses, among them Casa de Linhares and Parreirinha de Alfama.
A avó paterna era fadista e foi proibida de cantar pelo marido. Silvana vê no seu percurso o cumprir do que foi negado à avó e a tantas outras mulheres.Her paternal grandmother was a fado singer whose husband forbade her to sing. Silvana sees her own path as fulfilling what was denied to her grandmother and to so many other women.
Intérprete, compositora e produtora, com um percurso marcado pela autenticidade e pelo compromisso social, Silvana Peres integra, desde 2022, o elenco residente do Clube de Fado, em Alfama. As suas influências musicais atravessam diversos géneros, o que se reflete numa sonoridade única e numa fusão artística que a distingue.A singer, composer and producer whose path is marked by authenticity and social commitment, Silvana Peres has been part of the resident cast of Clube de Fado, in Alfama, since 2022. Her musical influences cross many genres, which shows in a unique sound and an artistic fusion that sets her apart.
Em 2017, Silvana Peres apresenta o primeiro álbum «Fado no Pé», considerado pela revista Blitz Magazine como um dos dez melhores álbuns de World Music editados em Portugal. Nos três anos seguintes, a fadista leva o seu «Fado no Pé» a vários palcos nacionais e estrangeiros.In 2017, Silvana Peres released her first album, “Fado no Pé”, named by Blitz Magazine one of the ten best world music albums released in Portugal. Over the following three years she took “Fado no Pé” to stages in Portugal and abroad.
Em 2022, dá asas a um arrojo criativo cada vez mais presente e vinculado à sua música. Apresenta «Água Nova», o seu segundo álbum, em que a artista arrisca ainda mais, ao assumir a composição de alguns temas originais. A ela juntam-se compositores e autores reconhecidos, como Dino d’Santiago, Paulo Abreu Lima, Raquel Tavares, Sebastião Antunes, Jonas Lopes, Beatriz Pessoa, João Caetano, Carlos Leitão, entre outros.In 2022 she gave free rein to a creative boldness ever more present in her music. She released “Água Nova”, her second album, in which she took even more risks by composing some of the original songs herself. She was joined by renowned composers and writers such as Dino d’Santiago, Paulo Abreu Lima, Raquel Tavares, Sebastião Antunes, Jonas Lopes, Beatriz Pessoa, João Caetano and Carlos Leitão, among others.
Em 2025, no Dia Internacional dos Direitos Humanos, celebrado anualmente a 10 de dezembro, desde 1950, por decisão das Nações Unidas, Silvana Peres escolhe esta data para lançar o single «Violência», com letra e música da autoria de Marina Mota. Neste tema, convida treze fadistas de diferentes gerações: Ana Margarida Prado, Ana Rita Prada, Beatriz Felício, Cristina Branco, Joana Amendoeira, Lina, Maria Emília, Marina Mota, Marta Rosa, Matilde Cid, Sandra Correia, Sara Paixão e Sofia Ramos, para uma colaboração intensa e emocional, unindo diferentes forças artísticas numa só voz. O tema «Violência» resulta num hino de combate a todos os tipos de violência e num tributo a todas as vítimas, amplificando uma mensagem de resistência, coragem e solidariedade feminina. Este single marca também a chegada do seu terceiro álbum, «A Todas as Mulheres».In 2025, on Human Rights Day, celebrated every 10 December since 1950 by decision of the United Nations, Silvana Peres released the single “Violência”, with words and music by Marina Mota. For this song she invited thirteen fado singers of different generations: Ana Margarida Prado, Ana Rita Prada, Beatriz Felício, Cristina Branco, Joana Amendoeira, Lina, Maria Emília, Marina Mota, Marta Rosa, Matilde Cid, Sandra Correia, Sara Paixão and Sofia Ramos, in an intense and emotional collaboration that joins different artistic forces in a single voice. “Violência” became an anthem against every kind of violence and a tribute to all its victims, amplifying a message of resistance, courage and female solidarity. The single also heralded her third album, “A Todas as Mulheres”.
No início de 2026, Silvana Peres levou o fado ao Festival da Canção com «Não Tem Fim», selecionada através de livre submissão de canções, e chegou à grande final de 7 de março de 2026, com uma mensagem de homenagem ao caminho feito por gerações de mulheres na conquista de direitos e a esperança de mulheres e homens caminharem juntos por um mundo mais justo e igualitário.In early 2026, Silvana Peres took fado to Festival da Canção with “Não Tem Fim”, chosen through the open song submission, and reached the grand final on 7 March 2026, with a message honouring the road travelled by generations of women in winning their rights, and the hope that women and men can walk together towards a fairer and more equal world.
Em junho de 2026 lança o seu terceiro trabalho discográfico: «A Todas as Mulheres». Este álbum marca uma importante viragem na carreira da artista, que se apresenta pela primeira vez num registo totalmente dedicado ao fado tradicional.In June 2026 she released her third album, “A Todas as Mulheres”. It marks an important turning point in her career: for the first time, she presents a record entirely devoted to traditional fado.
Afastando-se deliberadamente das narrativas mais conservadoras, Silvana Peres assume o palco para cantar a sociedade atual e transformar o fado num manifesto de intervenção social e de promoção dos Direitos Humanos. Através de um repertório que cruza fados tradicionais com composições inéditas, (re)afirma o contributo da arte para a transformação social, promove a igualdade, desconstrói estereótipos, sensibiliza o público para questões relacionadas com a violência doméstica e a violência contra as mulheres, destaca a criação artística feminina — uma vez que todo o repertório do álbum foi escrito por autoras portuguesas de várias gerações — e convoca todas as pessoas a desempenharem um papel mais ativo na promoção da cidadania.Deliberately stepping away from more conservative narratives, Silvana Peres takes the stage to sing about today’s society and turn fado into a manifesto for social action and human rights. With a repertoire that blends traditional fados with new compositions, she (re)affirms the role of art in social change, promotes equality, breaks down stereotypes, raises awareness of domestic violence and violence against women, and highlights women’s creative work — the whole album was written by Portuguese women of several generations — calling on everyone to play a more active part in promoting citizenship.
«A Todas as Mulheres» conta com o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto, da CIG – Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, da SPA – Sociedade Portuguesa de Autores, do Museu do Fado, da Antena 1 e da RTP2.“A Todas as Mulheres” is supported by República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto, CIG – Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, SPA – Sociedade Portuguesa de Autores, Museu do Fado, Antena 1 and RTP2.
Créditos: Credits: Museu do Fado
Imprensa, rádio e televisãoPress, radio and television
Fotografia: Photo: Cláudia Batalhão
Booking e imprensaBooking and press
Booking: silvanaperesbooking@gmail.com
Imprensa: Press: paula.casanova@mail.com